Não é raro andarmos em algum local e nos depararmos com alguém no celular: numa ligação, nas redes sociais, na videochamada, no e-mail etc. As redes sociais, que eram ferramentas para melhorar nosso cotidiano e para facilitar as coisas em algumas áreas, principalmente no trabalho, tem sido uma armadilha para nós. Parece que tudo perdeu o prazer de ser visto e vivido, porque a único coisa que importa é uma luz no rosto, a vibração do celular ou um momento de prazer rápido.
Estamos muito propensos a ter o que desejamos mas mãos de forma muito rápido! Aliás, velocidade é o que mais queremos quando nos referimos ao celular. Mas, onde estão os relacionamentos intencionais e pessoais? Ou melhor, onde estão os relacionamentos presenciais?


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